Quando pensamos em envelhecimento, pensamos quase sempre no que conseguimos ver: rugas, perda de firmeza, cabelos mais frágeis ou menor vitalidade. Mas uma parte importante deste processo acontece muito antes de se tornar visível, ao nível das nossas células.
É aqui que entra o stress oxidativo, um fenómeno natural do organismo que, quando deixa de estar equilibrado, pode contribuir para o envelhecimento celular e para alterações no funcionamento do corpo.
Afinal, o que é o stress oxidativo?
Todos os dias, o nosso organismo produz moléculas conhecidas como radicais livres. Faz parte do funcionamento normal do corpo: são geradas durante processos metabólicos e podem também aumentar em resposta a fatores externos.
O problema surge quando existe um desequilíbrio entre a produção destas moléculas e a capacidade do organismo para as neutralizar através das suas defesas antioxidantes.
É a esse desequilíbrio que chamamos stress oxidativo.
Quando se torna persistente, pode provocar danos em componentes celulares, incluindo lípidos, proteínas e ADN, estando associado ao processo de envelhecimento e a diferentes alterações relacionadas com a idade.
O estilo de vida também conta
O nosso organismo possui sistemas naturais de defesa antioxidante, mas está constantemente exposto a fatores que podem aumentar a produção de espécies reativas de oxigénio.
Entre eles encontram-se:
- exposição à radiação UV;
- poluição;
- tabagismo;
- consumo excessivo de álcool;
- alimentação desequilibrada;
- privação de sono;
- exercício físico excessivo ou recuperação insuficiente;
- e períodos prolongados de stress.
É precisamente neste último ponto que existe uma relação particularmente interessante: o stress psicológico e o stress oxidativo não são a mesma coisa, mas podem estar relacionados.
Quando o stress se torna crónico, as alterações fisiológicas associadas à resposta do organismo podem favorecer processos inflamatórios e oxidativos. Ou seja, aquilo que sentimos emocionalmente pode ter repercussões muito além da sensação de estarmos “stressados”.
O envelhecimento começa onde não conseguimos vê-lo
O envelhecimento não acontece apenas à superfície.
Com o passar do tempo, a acumulação de danos celulares e a menor eficiência de alguns mecanismos de reparação fazem parte do envelhecimento biológico. O stress oxidativo é considerado um dos processos envolvidos nesta evolução.
Isto não significa que seja possível, ou desejável, eliminar completamente os radicais livres. Estas moléculas também desempenham funções importantes no organismo, incluindo na sinalização celular e na resposta imunitária.
A palavra-chave é equilíbrio.
Mais do que procurar “combater” todos os radicais livres, importa criar condições para que o organismo mantenha os seus próprios mecanismos de proteção e recuperação.
Proteger começa nos hábitos diários
Não existe uma solução isolada capaz de impedir o envelhecimento e ainda bem. Envelhecer é um processo natural.
Mas há escolhas que ajudam a cuidar do organismo ao longo do tempo: uma alimentação variada e rica em fruta e vegetais, exercício físico adequado, sono de qualidade, evitar o tabaco, moderar o consumo de álcool e aprender a gerir períodos prolongados de stress.
É neste contexto de uma abordagem integrada ao bem-estar que a suplementação pode fazer sentido.
Stress Out: apoio para os períodos em que o stress pesa mais
O Stress Out, da Wonderlives, foi pensado para integrar uma rotina de bem-estar em fases de maior exigência e stress.
Mais do que olhar apenas para aquilo que sentimos num dia particularmente difícil, importa pensar na gestão do stress como parte de uma estratégia de autocuidado consistente.
Porque cuidar do stress não é apenas procurar sentir-nos mais tranquilos no momento. É também reconhecer que corpo e mente fazem parte do mesmo sistema, e que a forma como dormimos, comemos, recuperamos e lidamos com a pressão diária influencia o nosso equilíbrio global.
O Stress Out pode ser integrado nessa rotina como complemento de hábitos saudáveis, respeitando sempre a dose diária recomendada e as indicações do produto.
Envelhecer melhor começa muito antes dos primeiros sinais
Talvez seja esta a mudança de perspetiva mais importante: o envelhecimento saudável não começa quando aparecem os primeiros sinais visíveis. Começa na forma como cuidamos do organismo todos os dias.
O stress oxidativo lembra-nos precisamente disso.
Há processos que não vemos, mas que acontecem continuamente dentro de nós. E embora não possamos controlar todos os fatores aos quais estamos expostos, podemos criar melhores condições para que o nosso organismo faça aquilo que sabe fazer: adaptar-se, recuperar e procurar o equilíbrio.
Stress Out: menos espaço para o stress, mais espaço para o teu equilíbrio.
Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado e equilibrado e de um estilo de vida saudável. Em caso de dúvida ou de condições de saúde específicas, consulta um profissional de saúde.
Artigo 2: A fadiga constante pode ser um sinal de sistema imunitário sobrecarregado
Há dias em que estamos cansados. E depois há fases em que parece que o corpo nunca recupera verdadeiramente.
Dormimos, descansamos, reduzimos o ritmo, mas a energia continua a não voltar ao normal.
A fadiga persistente pode ter muitas causas e não deve ser automaticamente atribuída ao sistema imunitário. No entanto, existe uma relação importante entre ativação imunitária, inflamação e níveis de energia que ajuda a explicar por que razão algumas respostas do organismo nos deixam tão cansados.
Porque é que ficamos cansados quando o sistema imunitário está ativo?
Pensa na última vez que tiveste uma infeção.
Provavelmente sentiste necessidade de dormir mais, menos vontade de fazer exercício, dificuldade de concentração ou simplesmente aquela sensação de que o corpo estava a pedir para parar.
Não é coincidência.
Quando o sistema imunitário deteta uma ameaça, desencadeia uma resposta complexa que envolve diferentes células e moléculas sinalizadoras, incluindo citocinas.
Parte desta resposta pode influenciar o cérebro e o metabolismo, contribuindo para aquilo a que a ciência chama sickness behaviour: um conjunto de alterações que pode incluir fadiga, sonolência, menor apetite e redução da atividade.
É, de certa forma, uma estratégia do organismo: redirecionar recursos para aquilo que naquele momento é prioritário.
O sistema imunitário também precisa de energia
Tendemos a pensar nas nossas defesas como algo que simplesmente está “ligado” ou “desligado”.
Na realidade, uma resposta imunitária exige recursos.
Quando determinadas células imunitárias são ativadas, alteram o seu metabolismo para responder às necessidades dessa ativação. Isto ajuda a perceber por que razão combater uma infeção pode ser energeticamente exigente para o organismo.
Mas há uma diferença importante entre uma resposta pontual, necessária e saudável e estados de ativação prolongada.
Quando existem processos inflamatórios persistentes, a sensação de fadiga pode tornar-se mais evidente. Isto não significa que toda a fadiga seja causada por um sistema imunitário “sobrecarregado”, mas mostra como energia, inflamação e imunidade estão profundamente interligadas.
E se o cansaço for a forma de o corpo pedir atenção?
A cultura da produtividade ensinou-nos muitas vezes a responder ao cansaço com mais café, mais estímulos e mais esforço.
Mas nem sempre falta motivação.
Às vezes, falta recuperação.
Sono insuficiente, alimentação pouco equilibrada, stress prolongado e períodos de elevada exigência podem afetar simultaneamente a nossa sensação de energia e diferentes aspetos da função imunitária.
Por isso, quando a fadiga começa a tornar-se habitual, talvez a pergunta não deva ser apenas:
“Como consigo ter mais energia?”
Mas também:
“Estou a dar ao meu organismo aquilo de que precisa para funcionar e recuperar?”
Cuidar das defesas começa muito antes de ficarmos doentes
Cuidar do sistema imunitário não significa procurar uma solução apenas quando surgem os primeiros sintomas.
Significa criar, diariamente, condições favoráveis ao seu normal funcionamento.
Dormir adequadamente, manter uma alimentação variada, praticar atividade física, gerir o stress e garantir a ingestão adequada de micronutrientes são alguns dos pilares fundamentais.
É também neste contexto que a suplementação pode assumir um papel complementar.
Immune Support: apoio diário às tuas defesas
O Immune Support, da Wonderlives, foi desenvolvido para integrar uma rotina de cuidado com o sistema imunitário, complementando uma alimentação equilibrada e um estilo de vida saudável.
Mais do que pensarmos na imunidade apenas quando chega uma constipação ou uma fase de maior vulnerabilidade, podemos encará-la como aquilo que realmente é: um sistema que trabalha por nós todos os dias, mesmo quando não damos por isso.
E cuidar dele passa também por respeitar os sinais que o organismo nos dá.
Porque talvez o verdadeiro objetivo não seja obrigar o corpo a acompanhar constantemente o nosso ritmo.
Seja antes dar-lhe os recursos e o tempo necessários para continuar a acompanhar-nos.
Um último ponto importante
A fadiga persistente pode estar associada a inúmeras causas, desde privação de sono e stress a défices nutricionais ou determinadas condições de saúde.
Se o cansaço for intenso, inexplicável, durar várias semanas ou interferir significativamente com o dia a dia, deve ser avaliado por um profissional de saúde.
Immune Support: cuidar das tuas defesas também é cuidar da tua energia.
Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado e equilibrado e de um estilo de vida saudável. Respeita a dose diária recomendada e as indicações presentes na embalagem.






